segunda-feira, 30 de março de 2009

Full House 17_04 no Jaracatiá





3ª festa -> 17 de Abril de 2009... no Jaracatiá Show Bar (Ourinhos-SP)
info: 14 9152 9553

Soarte comemora 16 anos com a estréia de “Balada de um Palhaço” Texto de Plínio Marcos tem direção de Leandro Faria




Soarte comemora 16 anos com a estréia de “Balada de um Palhaço”
Texto de Plínio Marcos tem direção de Leandro Faria

Nesta quarta-feira (1º/04) o grupo Soarte de teatro reapresenta seu novo espetáculo, Balada de um Palhaço, no Teatro Municipal Miguel Cury. A peça, escrita por Plínio Marcos na década de 80, estreou sob direção de Leandro Faria neste último dia 26 de março.
O espetáculo apresenta as angústias e os questionamentos de um palhaço que está em busca de um sentido para o fazer artístico e para sua própria existência. O crítico Luiz Carlos Cardoso escreveu que “Balada de um Palhaço” foi escrita como uma síntese da vida do autor, “a começar pelas peripécias de picadeiro”. Plínio Marcos iniciou sua trajetória artística como palhaço de circo.
A Sociedade Amigos da Arte – Soarte - completa este mês 16 anos de atividades dedicados ao teatro. O grupo tem uma trajetória que se iniciou em 1992, com o retorno de Sérgio Nunes para Ourinhos. O Soarte surgiu das leituras de oficinas dramáticas voltadas ao exercício literário. Os primeiros espetáculos foram a gênese do teatro de língua portuguesa ao interpretar texto de Gil Vicente (“Auto da barca do Inferno”) e o grego Sofócles (“Édipo Rei”), mas na lista há William Shakespeare, Molière, Bertolt Brecht e vários dramaturgos brasileiros.
“Balada de um Palhaço” começa às 20h. Os ingressos custam R$ 8 e R$ 4 (meia). Esta é mais uma atividade com o apoio do Programa VivOurinhos da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Cultura. Mais informações pelo telefone 14 3302 1400.

Enquanto algumas prefeituras passam a perna no povo oferecendo uma merenda superfaturada...Zé Merenda dá o exemplo

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1063758-15605,00-TROPEIRO+SUPERA+BARREIRAS+PARA+ENTREGAR+MERENDA.html

Tropeiro supera barreiras para entregar merenda

Zé Merenda é o herói da educação no interior de GO.
Conheça brasileiros que dão orgulho a todos nós: gente que acredita que lugar de criança é dentro da escola. Em um Brasil sem estradas, luz ou telefone, a esperança vem no lombo de um burro, na tropa do Zé Merenda.

Um tropeiro analfabeto é o herói da educação no interior de Goiás, aplaudido aonde quer que vá e amado por alunos e pais. “Bom demais! Vamos encher a barriga”, comemora uma família.

Mas a história de Zé Merenda começa bem longe. A hora da merenda é a melhor do dia. É fácil entender o porquê. “Eu não como antes de vir para a escola”, diz um menino.

Para muitas das crianças será a única refeição do dia. “Eles só vêm para comer a merenda mesmo”, comenta a secretária da escola, Ana Cristina Andrade.

“Terça-feira tem galinhada, quarta-feira, sopa de legumes e quinta-feira, canjica com coco”, anuncia a merendeira.

Com as tigelas raspadas, a sensação é de que foi muito pouco.

“Cada aluno tem direito a uma gramagem: 30 gramas ou 40 gramas, dependendo do que for servido”, afirma a professora Monique Gomes da Silva.

O dinheiro vem contadinho do Ministério da Educação: R$ 0,22 por aluno por dia. A lei diz que o município tem de completar a verba federal.

“Tem um valor lá que ela complementa, só que ainda não é suficiente para ficar uma coisa, assim, bem gostosa, uma merenda de maior qualidade”, reconhece Jaci Dias da Cunha, secretário de Educação de Cavalcante (GO), um dos municípios mais pobres do Brasil.

O índice de analfabetismo de Cavalcante ainda é muito grande. “Ele está ainda em torno de 40%”, informa o secretário de Educação.

Apesar disso, a prefeitura garante que 100% das crianças estão na escola por causa da merenda. Cavalcante, no nordeste de Goiás, fica a 320 quilômetros de Brasília e tem uma área maior do que a do Distrito Federal. Das 47 escolas municipais, 41 estão espalhadas pela zona rural de seu imenso território.

A funcionária pública Maria Evangelha da Silva é a coordenadora da merenda escolar. Ela cuida pessoalmente de cada um dos sacos que vão abastecer as escolas rurais.

“Tem arroz, feijão, açúcar e macarrão. Um saco dá, em média, para 20 dias. De 20 em 20 dias, a gente tem que estar levando”, diz a funcionária.

A equipe da Secretaria de Educação segue para a região Kalunga, onde vivem os descendentes dos escravos fugidos de Goiás. Para percorrer 50 quilômetros, levam-se quase cinco horas.

Já é noite quando não há mais estrada, e a caminhonete tem de entrar no cerrado. De um determinado ponto em diante, carro nenhum passa. O tropeiro José Pereira das Virgens já estava esperando a equipe de reportagem do Fantástico. É ele quem entrega a merenda para as crianças.

“Faço isso tem uns cinco anos já. As crianças estão alegres. Elas querem ver a merenda chegar. Aí já me apelidaram de Zé Merenda”, comenta, rindo, o tropeiro.

Nem bem amanhece e Zé Merenda já está acomodando os mantimentos nas bruacas de couro, ou então amarrando saco com saco no lombo dos burros. Zé sabe que as crianças aguardam a merenda com ansiedade.

“Às vezes, eles saem em horas que não tem comida para eles, e quando chegam na escola estão com fome já. Chega o recreio, eles vão e pegam um lanchezinho e aí eles se sentem mais fortes. Não estando chovendo, não tendo cheia de rio, com três dias dá para fazer o trabalho. O tempo hoje está meio esquisito. Está perigando dar uma chuvinha mais tarde”, comenta o tropeiro.

Foi só falar... Zé Merenda decide adiar a saída para esperar a chuva passar. “Eu já carreguei coisa molhada. Quando chega lá, tem trem que não presta mais”, lamenta. A chuva demora. Zé Merenda fica ansioso. “Fico preocupado. Eu fico pensando que atrasou e não chegou no dia certo”, conta.

No primeiro estio, a tropa parte para a viagem, mas o rio está cheio e é preciso esperar. “Não passa”, diz. Uma hora depois, o rio baixou o suficiente para a tropa passar. A saga da merenda entra em sua etapa mais difícil.

É um Brasil sem estradas, sem eletricidade, sem telefone e quase sem contato com o resto do país. A única ligação com o mundo é a tropa do Zé Merenda. É ela quem traz notícias, remédios, mercadorias e, claro, a merenda, o principal argumento para manter na escola as crianças da região mais pobre do estado de Goiás.

Vão de Almas é um vale imenso nas bordas do Planalto Central. Trilhas estreitas abertas há séculos por escravos e bandeirantes são o caminho da tropa. As escolas ficam a até meio dia de distância uma da outra. Os próprios professores ajudam a descarregar. Tudo vai ficar mais fácil.
Em uma escola, as aulas estavam suspensas desde o dia em que a merenda acabou.

“Eu tenho 22 alunos. Desses, para falar a verdade, acho que quase todos eles saem de casa sem comer nada. Tem uns que caminham até uma hora e meia para chegar à escola. A fome dói”, conta a professora Marisa Silva.

Marcelo da Cunha, de 12 anos, e Daniel da Cunha, de 11, cumprem o mesmo percurso todos os dias: uma hora de caminhada e uma travessia que coleciona histórias assustadoras.

“Foi um dia aí que quase que uma prima de nós morreu aqui afogada. Saiu bem ali num pé de pau”, lembra Marcelo da Cunha, de 12 anos.

Os meninos atravessam pinçando o leito pedregoso do rio. São idas e vindas o dia inteiro. “Quando chove demais, nós não vamos”, diz um grupo de meninas. As crianças tomam as precauções de rotina. “Eu boto o livro no plástico para não molhar. Já venho prevenido”, diz Daniel.

A dificuldade de acesso é tamanha que muitas dessas crianças jamais saíram do Vão de Almas. No máximo, foram à estrada mais próxima. “Dizem que o povo, quando vê um carro, se assusta. Tem muitas pessoas aqui que ainda ficam assustadas”, comenta Zé Merenda.

A professora Nira Pereira dos Santos tinha 12 anos quando viu um carro pela primeira vez. “Eu ficava pensando assim: ‘Mas como que a gente faz para entrar?’”, conta.

Hoje, aos 22 anos, Nira se lembra da sensação inesquecível daquela primeira carona de automóvel. “Eu ficava olhando assim, como ia passando, aquelas matas ficando para trás”, diz.

Mas a janela do mundo Nira só abriu quando aprendeu a ler. “Tinha um livro de Monteiro Lobato que era tão bom. Eu pegava porque ele contava tanto assim da vida das pessoas”, destaca.

Então, Nira foi ser professora. Ela sai cedo todo dia e caminha uma hora no sol. Carregando a barriga de oito meses de gravidez, Nira atravessa o rio para chegar à choupana onde ela e outro professor tentam fazer funcionar uma escola.

“Às vezes, chega a atrapalhar devido ao tom de voz, os alunos e tudo o mais. É muito próximo mesmo”, comenta o professor Reginaldo Silva.

A escola tem carteiras sem assento, um quadro retalhado e o pior: hora do lanche sem lanche.

“Eles chegam aqui sem tomar nada de café, não tomam leite. O aluno não tem como aprender”, afirma Nira.

Mas hoje haverá uma surpresa do Zé Merenda. Ele esteve ontem no colégio. Hoje vai ter merenda. O arroz doce já está fumegando no fogão.

“Nós estávamos meio perdidas dos preparos, mas agora já deu”, confessa a cozinheira.

As mãos são bem lavadas numa bacia d’água. Crianças, afoitas, ficam amontoadas na janela da cozinha. A merenda volta a ser a garantia da frequência escolar em Vão de Almas.

“Trazendo a merenda até eles, a gente sabe que eles vão ter uma aprendizagem melhor e um aproveitamento melhor”, acredita a funcionária pública Maria Evangelha da Silva.

Nenhuma distância é demasiada, nenhuma dificuldade é grande o suficiente quando o Estado quer agir.

“O Estado somos nós: sou eu, os professores, acho que são todos os funcionários que se responsabilizam e que arcam com suas funções. É cada um fazendo a sua parte para que isso aconteça”, define.

Uma funcionária idealista, uma professora sonhadora, um tropeiro brincalhão. Ao amparar as crianças pobres dos grotões de Goiás, os professores de Cavalcante e a tropa do Zé Merenda estão redimindo o Brasil.

sexta-feira, 27 de março de 2009


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Novo Integrante_Diogo Pica Pau

www.diogopicapau.blogspot.com

Viva o Rádio - por Julinho Mazzei

Viva o Rádio!!!

1887 - Henrich Rudolph Hertz descobre as ondas de rádio.

1893 - Padre Roberto Landell de Moura, faz a primeira transmissão de palavra falada, sem fios, através de ondas eletromagnéticas.

1896 - Gluglielmo Marconi realiza as primeiras transmissões sem fios.

1919 - Primeira transmissão radiofônica oficial brasileira.

1923 - Roquette Pinto e Henrique Morize fundam a primeira emissora brasileira Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

1923 - É feita a primeira transmissão de rádio em cadeia no mundo, envolvendo a WEAF e a WNAC, de Boston.

1930 - É fundada a PRB 9 - Rádio Record de São Paulo.

1931 - O Governo de Getúlio Vargas autoriza a publicidade em rádio.

1932 -Ademar Casé estréia seu programa na Rádio Philips. Casé (avô da atriz Regina Casé) criou o primeiro jingle do rádio brasileiro: “Oh! Padeiro desta rua/Tenha sempre na lembrança/Não me traga outro pão/Que não seja o pão Bragança…”

1933 - O americano Edwing Armstrong demonstra o sistema FM para os executivos da RCA.

1934 - Criada a Rádio Difusora, apelidada de “Som de Cristal”, onde surge o termo “radialista”, inventado por Nicolau Tuma.

1935 - Acontece na Alemanha, a primeira emissão oficial de TV.

Assis Chateaubriand inaugura em 25 de setembro a PRG-3, Rádio Tupi do RJ.

1936 - Em Londres é inaugurada a estação de TV da BBC.

Ao som de “Luar do Sertão”, às 21 horas do dia 12 de setembro, ouvia-se: “Alô, alô Brasil! Aqui fala a Rádio Nacional do Rio de Janeiro!”. Surge a PRE-8, adquirida por apenas 50 contos de réis da Rádio Philips.

O ano de 1936 marca também a estréia no rádio de Ary Barroso . Um polêmico narrador esportivo que tocava gaita quando narrava os gols, tornou-se uma das mais importantes figuras do Rádio. Ele começou na Rádio Cruzeiro do Sul, do Rio de Janeiro, foi apresentador de vários programas de sucesso e compositor da música “Aquarela do Brasil”, entre outras.

1938 - A rádio americana CBS, apresenta o programa “A Guerra dos Mundos”, com Orson Welles, que simula uma invasão de marcianos aos Estados Unidos. O realismo era tamanho que uma onda de pânico tomou conta do País. O locutor anunciava: “Atenção senhoras e senhores ouvintes… os marcianos estão invadindo a Terra…”. A emissora teve que interromper a transmissão tamanha foi a confusão.

Também em 1938 acontece a primeira transmissão esportiva em rede nacional no Brasil, na Copa de 38, por Leonardo Gagliano Neto, da Rádio Clube do Brasil do RJ.

1939 - O americano Edwin Armstrong inicia operação da primeira FM em Alpine, New Jersey.

Almirante (”a maior patente do rádio!”) chamava-se Henrique Foréis Domingues. Fez sucesso nas décadas de 30 e 40. Criou o primeiro programa de auditório do rádio barsileiro, chamado “Caixa de Perguntas”. Em 1939, na Rádio Nacional.

1941 - Em 12 de julho, começa a transmissão da primeira rádio novela do País, que foi apresentada durante cerca de três anos, pela PRE-8, Rádio Nacional do RJ. Era a novela “Em Busca da Felicidade”. A seguir foi a vez de “O Direito de Nascer”.

Na década de 40 entra no ar o primeiro jornal falado do rádio brasileiro: o “Grande Jornal Falado Tupi”, de São Paulo.

Também surge o noticiário mais importante do rádio brasileiro: o “Repórter Esso”. A primeira transmissão aconteceu às 12h:45min do dia 28 de agosto de 1941, quando a voz de Romeu Fernandez anunciou o ataque de aviões da Alemanha à Normandia, durante a 2ª Guerra Mundial. O gaúcho Heron Domingues marcou a história do rádio apresentando durante anos o “Repórter Esso”. Em São Paulo a transmissão era feita pela Record PRB-9.

O humorista Chico Anysio começou no rádio, na década de 40, produzindo e apresentando programas, entre eles o “Rua da Alegria”, na Rádio Tupi do Rio de Janeiro.

1942 - Abelardo Barbosa (Chacrinha) surgiu no final dos anos 30, na PRA-8 Rádio Clube de Pernambuco. Em 1942 ele foi para a Rádio Difusora Fluminense. A partir de então ficou conhecido como Chacrinha, pois a emissora ficava numa chácara em Niterói. É criado o “Cassino do Chacrinha”. Em 1959 o “Velho Guerreiro” estréia na Televisão.

1946 - Surgem os gravadores de fita magnética, dando maior agilidade ao rádio.

1948 - Na Rádio Nacional faz sucesso o programa “Balança mas não cai”.

No dia 1º de abril, em algum ano próximo à Copa de 1950, o locutor esportivo Geraldo José de Almeida, da Rádio Record, irradia um jogo inteiro do time do São Paulo, que estava excursionando pela Europa. No final da partida um resultado que chocou os torcedores: o São Paulo havia perdido por 7 X 0. No dia seguinte a Rádio Record anuncia que tudo não passou de uma farsa. O jogo nem tinha acontecido. Era brinacadeira do dia da mentira.

1953 - A cantora Emilinha Borba, que começou na Rádio Cruzeiro do Sul, foi consagrada a “Rainha do Rádio”, na Rádio Nacional.

1962 - Primeira transmissão de rádio via satélite.

1963 - Em 27 de novembro, é criada a Associação Brasileira de Rádio e Televisão - ABERT.

1965 - O Brasil é integrado no Sistema Intelsat. É inaugurado o MIS - Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

1967 - Criado no dia 25 de fevereiro o Ministério das Comunicações.

1977 - Entra no ar ao vivo de Nova Iorque pela Rádio Difusora de São Paulo o “Big Apple Show” - programa produzido e apresentado por Julinho Mazzei - e que se tornou o programa de maior audiência da história do rádio brasileiro.

- Até aqui copilado do blog do julinho mazzei

1985 - Edu Bala entrava no ar pela Divisa Fm de Ourinhos - começava a nossa saga

Que chic heim!!!!!!….thanks!!!!!

quinta-feira, 26 de março de 2009

A.D.A.O












Breve histórico:


A ADAO surgiu da força de vontade de uma única pessoa, a qual é a Sra. Conceição da Silva, que sempre gostou de qualquer tipo de animais, principalmente de cães, sendo que tudo se iniciou defronte sua residência situada na Rua Souza Soutelo, 45, centro da cidade de Ourinhos, onde ela colocava todo dia na sua calçada um pote com água e outro com ração, onde vários cães passavam em diversos horários para se alimentarem.

Imagem ADAO, um gesto bonito pode tomar grandes proporções....

Conheça a ADAO...


A ADAO surgiu da força de vontade de uma única pessoa, a qual é a Sra. Conceição da Silva, que sempre gostou de qualquer tipo de animais, principalmente de cães, sendo que tudo se iniciou defronte sua residência situada na Rua Souza Soutelo, 45, centro da cidade de Ourinhos, onde ela colocava todo dia na sua calçada um pote com água e outro com ração, onde vários cães passavam em diversos horários para se alimentarem.

As pessoas maldosas, passagem e criticavam tal atitude, dizendo que a água poderia juntar dengue e que a comida poderia juntar bichos, mas eles não sabiam que aquela água e aquele alimento não ficavam ali por muito, pois a freqüência de animais era muito grande, e inclusive nos finais de semana e feriados, onde a procura era constante, pois quem tem fome não sabe distinguir os dias, mas sim que necessitam de se alimentar, uma questão de sobrevivência natural, então, com isso não seria possível acontecer tal fato conforme as pessoas más orientadas e sem carinho pelos animais diziam, mas infelizmente, não conseguimos que todas as pessoas pensem do mesmo modo, porém aos poucos a dona Conceição, como era conhecida, foi conquistando as pessoas de seu convívio e a historia começava a criar uma dimensão além da frente de sua residência, ganhando adeptos de outros lugares e aumentando os locais de ponto de abastecimento.

O mais interessante é que os animais que passavam pelo local e se alimentavam, eles voltavam no dia seguinte no mesmo horário, e como um conto de mágica, eles traziam um companheiro, dando a impressão de que eles se comunicavam e transmitiam aos outros animais que vivem pelas ruas, de que tinha um lugar na cidade, onde poderiam matar sua fome e sua sede, mesmo que fosse por um dia, que são duas coisas fundamentais para a sobrevivência de qualquer ser vivo.

Depois de alguns anos neste trabalho de formiguinha, a Dona Conceição resolveu fazer algo a mais, onde pudesse ajudar ainda mais animais, foi quando começou a fazer contato com outras entidades que cuidam de animais, e através de contato com uma associação de uma outra cidade, recebeu todo o material necessário para montar uma entidade que pudesse lutar pelo interesse dos animais abandonados e sofredores de maus tratos. Diante de tais documentos, foi criado um estatuto, onde várias pessoas que estavam imbuídas do mesmo propósito se reuniram e fundaram a ADAO, com CNPJ nº04.435.294/0001-35, onde ninguém tinha dinheiro para dar seqüência no projeto, porém contando com a colaboração de todos os membros fundadores, sendo fundamental agradecerem a todos, pois cada um teve seu papel, onde a maior dificuldade era convencer as pessoas a fornecer seus dados pessoais e que elas assinassem a ata inaugural, mas isto foi se resolvendo, e quando uma pessoa via uma assinando, acabava convencendo a outra, até que conseguimos o número mínimo para sua fundação, que ocorreu no dia 14/04/01, que é a data oficial de sua fundação no legal (documental).


O segundo passo era conseguir um local para abrigar os animais que seriam retirados das ruas, o que não era fácil, tendo em vista a entidade não ter um ano de legalização, e tudo que solicitamos das entidades públicas era negado por este fato; o desejo de ajudar os animais era muito grande por parte de todos, porém não tinha o local, e com o passar do tempo foi criando um verdadeiro desanimo, porém a Dona Conceição nunca desistiu. Foi quando ela ficou sabendo de um lugar onde tinha muito espaço e um barracão abandonado e que serviria provisoriamente para abrigar os animais, e diante de tal informação, começamos a investigar quem era o proprietário, tendo noticias de que o local estava embargado na Justiça por motivo de divida, e que o responsável era o Sr. César Benedito Balbino. Diante de tal informação, entramos em contato com o mesmo e este vendo a dificuldade da Entidade, e após muita conversa, foi firmado um acordo, onde ele permitia que a ADAO ocupasse o local até quando fosse decidido seu destino, o que se concretizou na data de 07/07/01.


Com direito de posse do local, iniciou-se a campanha de arrecadação de material para adequar o local para receber os animais abandonados, o que até aquela data, os poucos animais que eram retirados das ruas, ficavam nas residências de alguns membros da entidade, que após receberem os cuidados necessários, eles eram doados e tinham um novo lar para viverem.


Outro obstáculo que a entidade sofreu e sofre até os dias de hoje é com relação a ter um veterinário à disposição, que no início contávamos com a colaboração do veterinário Ricardo, o qual foi um dos fundadores e colaboradores da ADAO, e por algum motivo, deixou de colaborar, assumindo com grande responsabilidade o veterinário Kodama, pois a entidade sempre necessitou de ter um veterinário, mesmo que fosse para dar um apoio técnico e responsável, o que vem sendo realizado até hoje.

Com muito trabalho e dedicação, atendendo a comunidade, o qual já vinha sendo feito, possibilitou que a entidade tornasse de utilidade pública, através de votação na Câmara Municipal, o que foi aprovada em 17/12/01, diante disto aumentamos a luta para conseguir apoio dos órgãos públicos, o que parecia ser impossível, onde enviávamos constantemente ofícios pedindo terreno e verba para auxiliarmos no trabalho com os animais que eram retirados das ruas, tendo sempre como resposta que não tinha verba orçada, até que num determinado momento, consegue que a Prefeitura colaborasse com uma quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais) mensais, valor este que era para ração e veterinário, o que não era suficiente para atender a demanda, onde tínhamos a colaboração dos associados, os quais não eram muitos, e que muitos tinham uma segunda interesse, onde eles colaboravam com a quantia de R$5,00 a R$ 10,00 por mês, e queriam que a entidade acolhesse seus animais e de amigos, pois julgavam no direito de trazer animais que viviam em determinada residência e por algum motivo não queriam mais, desejavam que a ADAO os recebessem, foi onde muitos deles deixaram de colaborar com a entidade, e até mesmo fazendo criticas. Mas graça a Deus, muitos saíram, porém entraram outros com uma mente voltada a ajudar sem querer nada em troca, a não ser o bem estar dos animais, pois só ajuda quem gosta.


Devido a grande demanda de solicitação por parte da comunidade e pelo grande coração da Dona Conceição, o abrigo foi tornando pequeno, porém ela não sabia dizer não para receber um novo animal, até ao ponto que foi necessário construir vários barracos do lado de fora do prédio, dando a impressão de uma favela, o que era muito criticado por várias pessoas, as quais não sabiam do trabalho que estava sendo realizado ali dentro. Realmente, que não vive de perto e passa na frente da Entidade, tem uma má impressão, porém, pior que seja somente sua aparência, pois os animais estavam muito bem alojados, onde tinham uma ótima alimentação (ração e água), um teto para se esconder do sol, do vento e da chuva, e principalmente, o que todos desejam, que é o carinho, elemento fundamental. Aqueles animais que chegavam todos debilitados devido os maus tratos sofridos na rua e pelos próprios donos, e pela falta de uma alimentação adequada, quando eram recebidos na Entidade, ali eles tinham tudo isto, mesmo sendo um local feio esteticamente.

Muitos criticavam, mas ninguém fazia nada para ajudar, pelo contrario, cada dia aparecia alguém querendo deixar um animal no abrigo, como se o animal fosse um objeto que após ser usado e não estiver sendo mais útil, é descartado. O animal se apega aos seus donos e eles não tem culpa do mau planejamento que as pessoas fazendo ao desejarem um animal de estimação, pois é simples joga-lo fora, só que as pessoas não pensam e tem imaginação de que eles têm emoção e sentem falta de seus donos, piores que eles sejam.


Após vários anos de luta e em nenhum momento a Dona Conceição desistiu de lutar para conseguir seus objetivos, e com a ajuda de algumas pessoas, as quais não têm o interesse de se aparecerem, ajudaram e até hoje ajudam a Entidade, com dinheiro para castração, vacinação, medicamento, produtos de limpeza, e de outras maneiras, tais como ajudando a vender rifas e outras campanhas realizadas, com o objetivo principal de promover o bem estar dos animais que ali vivem, e que muitos que ali vivem, nem querem ir embora., pois quando são doados eles acabam voltando para o abrigo, mesmo que o local seja longe, seu novo dono seja bom, pois eles acostumaram a viver ali, onde todos são tratados pelo nome e todos recebem o mesmo carinho da Dona Conceição.


Muitos cães foram castrados e muitos foram doados, conseguindo um novo lar. Através de pessoas com vontade de ajudar, a ADAO foi levando e crescendo a cada dia, graças à dedicação da Dona Conceição, que é a grande idealizadora do projeto.
A ADAO vem sempre lutando por um espaço definitivo para construir sua sede, o que está se concretizando aos pouco, pois conseguimos a doação de um terreno localizado no aterro sanitário, o qual já tem um barracão com 10 (dez) canil, e com muita luta foi cercado no mês de setembro/07, e com certeza, agora a entidade poderá contar com a ajuda da Faculdade de Veterinária (FIO), onde está sendo feito contatos com o objetivo de fazer uma parceria para podermos atender melhor a população, onde a solução em curto prazo, é a de castrar as fêmeas, diminuindo com isso o número de animais soltos pelas ruas, pois se continuar assim, a ADAO não vai conseguir nunca a resolver o problema, que é a super população de animais nas ruas.


RELATO que a entidade realiza todo ano, campanha de orientação à comunidade, com relação aos cuidados com animais, através da imprensa falada e escrita; realizou várias visitas a locais onde havia denuncia de maus tratos de animais, sendo em média de 10 solicitações dias; realizou encaminhamento de ofícios aos órgãos competentes, como Prefeitura Municipal de Ourinhos (aplicabilidade do Código de Postura), ao Ministério Público (providências cabíveis), com cópias de Boletins de ocorrências registradas junto a Policia Civil e Militar; retirou vários animais das vias públicas, conforme inúmeras solicitações, inclusive de algumas escolas públicas desta cidade; controle de diversas doenças pertinentes aos cães soltos pelas ruas; controle de natalidade, através de castração dos animais recolhidos; doações destes animais, após serem medicados e curados; diversas doações de animais de grande porte, tais como Pit Bull e Rotwaller, onde os proprietários não querem ter mais a sua posse, e assim a entidade realiza a divulgação e doação, evitando com isso que mais animais fiquem pelas vias públicas, pois, o que ocorre muito, é a pessoa não conseguir a doação, e acaba soltando, como pode ser comprovada pelas ocorrências do Corpo de Bombeiros, que prestam grande apoio a entidade, vindo a realizar a captura; a entidade mantém em média a quantia de 250 animais no abrigo, onde muitos morrem por estarem num estágio muito avançada de doença, quando são recolhidos; a entidade mantém contato constante com veterinário Dr. Carlos Kodama, para com isso evitar qualquer tipo de doença para a sociedade.


Hoje a ADAO conta com o grande apoio da empresa de ração NATIVE, aonde vem sendo de fundamental importância para realização do abastecimento de todos os animais que ali vivem, pois fome eles não passam e de todas as pessoa que estão ajudando na construção da sede da ADAO, as quais não medem esforços para que tal objetivo seja realizado, onde se cada pessoa fizesse sua parte, o mundo seria vem melhor, isto não quer dizer que todos devem gostar dos animais, pelo menos não os mal trate, pois eles não sabem lutar pelos seus direitos, concordando com tudo que lhe são submetidos. Mesmo sendo mau tratados e violentados, eles ainda gostam das pessoas, e eles não tem culpa de estarem no mundo, e nem por isso iremos matá-los ou acabar com eles. Devemos arrumar meios de controlar o aumento populacional.


Devemos pensar que o animal é um membro da família, e não um objeto, pois ele tem sentimento, onde ele só não fala, mas percebe e sentido tudo que está ao ser redor.


Colabore...

Municipe reclama que não consegue vaga na creche

Uma situação que vem se arrastando desde o inicio da administração Toshio é a falta de vagas nas creches. Por algumas vezes o vereador Esquilo, hoje na base do prefeito, chegou a questionar a secretaria de educaçao Maura Balbinot, que por várias vezes também prometeu que o problema seria solucionado. O MP chegou a entrar no meio, mas também não tem feito a sua parte no que diz respeito a cobrar providências do adminsitrador.
Hoje a ouvinte Rose Tasca entrou no ar em no meu programa pela Rádio Clube, reclamando, não só por não conseguir vaga pra filha na creche Albert Sibin, funcionando precariamente nas dependencias do CAIC, mas pela forma como a supervisora educacional infantil Selma a tem tratado. Segundo a municipe a dita supervisora, que agora já não mais a atende, mostra seu descaso. Aliás, DESCASO parece ser a nova marca registrada do administrador TOSHIO. Merenda escolar, alfalto, escândalo na saúde como venda de senhas, entre outros é a pauta do prefeito de Ourinhos, que vale lembrar, foi reeleito com mais de 70% dos votos validos, e quais os seus feitos depois de reeleito? Virou as costas pro municipio.
Enquanto a municipe, Rose, que precisa colocar a filha de um ano e nove meses na creche, pois trabalha, corre o risco de perder o emprego inclusive, o administrador publico saiu por uns dias pra mostrar suas habilidades como pescador. Descaso com a saúde, com a educação, descaso com a população e até mesmo com aqueles que são seus aliados, ou que foram pelo menos. A impressão é de que TOSHIO não precisa de ninguém, está curtindo com a nossa cara. Uma pena prefeito. Eu mesmo cheguei a lhe confiar minha própria vida quando num momento de desespero, nada que não pudesse ser feito a qualquer municipe e, mesmo assim, até hoje, sequer o senhor me atendeu. É uma Pena que na câmara também não tenhamos vereadores de saco roxo pra denunciar os desmandos públicos. Mas ai é querer de mais também. Como querer que os vereadores tenham iniciativa se boa parte deles estão sob investigação? Sabe porque o crime organizado é chamado "organizado"? Porque eles tem leis próprias de auto proteção. A única diferença entre o crime organizado das favelas pros nossos políticos é que no crime organizado os "cabeças" não se eximem de suas responsabilidades e simplesmente pegam suas "tralhas" e vão pescar.