segunda-feira, 27 de abril de 2009

Mais uma do Julinho Mazzei - Orquestre-se

Orquestre-se



Tive a oportunidade de assistir pela primeira vez um espetáculo e quando cito a palavra “espetáculo” considere a palavra em sua essência, pois aquilo sim podemos chamar de algo espetacular. Assim que os músicos entraram no palco, percebi que assistiria algo realmente especial.

Quando o maestro começou a orquestrar, foi algo magistral, via cerca de 50 instrumentistas tocando em uma afinação perfeita, de forma que conseguia ouvir com o olhar, fascinação total, cada instrumento que olhava passava a ouvir somente seu som, enquanto o maestro fazia a organização de forma que todos os instrumentos fossem fundamentais para o espetáculo apenas com um toque no ar.

Admirando tudo aquilo, percebi o quanto uma orquestra poderia nos ensinar, ou seja, poderíamos “orquestrar” nossos relacionamentos pegando a disciplina e o respeito entre os instrumentos com um exemplo de conquista em equipe. Naquele momento cada instrumento por menor que seja fazia toda diferença na arte final sem ofuscar a beleza dos outros, pelo contrario agraciava ainda mais a beleza dos demais, onde no final juntos ficavam ainda mais belos.

Enquanto uns brilhavam, era notório que os demais instrumentos torciam pelos outros enquanto se preparavam para entrar em cena e quando chegava sua vez, nunca entrava para tentar brilhar sozinho ou mais que os outros, mas sim para fazer parte de um brilho único, onde todos sabiam que fazia parte de uma grande obra.

Porque não podemos juntar nossas qualidades com as outras pessoas? Porque temos sempre que ver as qualidades dos outros como algo intimidador para nós, como disputa? Será que fomos melhores que os outros em tudo? Será que não ficaríamos mais fortes juntando e admirando os adjetivos dos outros? Será que todos juntos em uma sincronia não seria benéfico a todos?

Pense nisso, admire a beleza dos demais e brilhe no momento certo. Orquestre-se !!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

NHOQUE RECHEADO



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terça-feira, 21 de abril de 2009

A professora de Teddy

A professora de Teddy

Relata a Sra. Thompson, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5a. série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.

No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Teddy.

A professora havia observado que ele NÃO se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.

Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.

A Sra. Thompson deixou a ficha de Teddy por último.

Mas quando a leu foi grande a sua surpresa.

A professora do 1o. ano escolar de Teddy havia anotado o seguinte: Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.

A professora do 2o. ano escreveu: Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos.

A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.

Da professora do 3o. ano constava a anotação seguinte: A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy.

Ele procura fazer o melhor, mas seu pai NÃO tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.

A professora do 4o. ano escreveu: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada.

Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava enrolado num papel marrom de supermercado.

Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.

Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão.

Naquele dia Teddy ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Teddy lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe.

Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo tempo...

Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava.

Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera.

As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr.Theodore Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Teddy.

Um dia a Sra. Thompson recebeu outra carta, em que Teddy a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai.

Ela aceitou o convite e o dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Teddy anos antes, e também o perfume.

Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: - Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.

Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: - Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

Aí está Amigos o valor da ATENÇÃO... o quanto é importante darmos um pouco mais de atenção as pessoas a quem amamos ou que se encontram do nosso lado, sem no entanto, esquecer do outro...

A atenção, carinho e cuidado devem ser somados e nunca dividido. É preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma da pessoa.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

No que eu acredito?

Eu acredito imensamente na capacidade do ser humano. Acredito em minha capacidade. Acredito que estamos onde Deus quer que estejamos, mas que podemos fazer por onde pra galgarmos outros degraus. Se office-boy voce não será mensageiro pelo resto da sua vida acreditando que é essa a vontade de Deus. Creio que a vontade de Deus é que sejamos felizes, sem doenças, sem problemas, sem necessidades, mas porque afinal estamos sempre descontentes com o que somos e com o que temos. Me olho no espelho e vejo um ser humano perfeito, com saúde. Tenho uma familia, filhos perfeitos, graças a GRAÇA de Deus. Neste momento almejo galgar algo melhor profissionalmente. Almejo trabalhar numa emissora da capital paulista que possa me oferecer o convivio com profissionais mais experientes e consequentemente, melhor remunerado, oferecer uma vida melhor a minha familia. Colocar esse Dom que Deus me deu a serviço do próximo e que meio melhor de fazer isso se não pelo rádio. Me sinto seguro e preparado pra isso. Entre minha vontade, meu sonho e a realização existe o espaço, a necessidade de estar convivendo mais próximo a profissionais que estejam atuando na área, um "Q.I" como costumamos dizer, que possa me colocar diante de um diretor artistico, diante de um dono de rádio que possa me ouvir e ver, sentir que eu posso....que eu tenho capacidade. Tenho enviado e-mails pra profissionais que não conheço pessoalmente e quando os conheço já faz tempo e o contato foi tão rápido que talvez não se lembrem de mim. Hoje expresso aqui meu carinho e gratidão a um dos profissionais de rádio, que mesmo sem me conhecer, se propõs a me ouvir e me indicar a amigos com quem ele ainda mantém contato em São Paulo. Esse profissional chama-se Julinho Mazzei. Julinho também descobriu e deu oportunidade a muitos que estão no rádio ainda hoje. Enviei e continuarei enviando meu portifólio a profissionais como Caio Cézar, Banana, Beto Rivera, Marcelo Bonan, todos sempre muito receptivos com meus e-mails. Meu "Q.I", acabei de crer é Deus. Todas essas pessoas aqui mencionadas são instrumentos de Deus. Enviando meu material acredito que Deus esta agindo e se for da sua vontade, como dizemos no pai nosso: "Seja feita a sua vontade", eu hei de ser chamado para trabalhar numa emissora de São Paulo. Obrigado Meu Deus.

A Menina do Vestido Azul

NO AR EM 16 DE ABRIL DE 2009
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo.
Assim raciocinou o mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito.
Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul."
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas.
Ao fim de uma semana, disse o pai:
"Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços?
Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"
E assim fez o humilde casal.
Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências.
Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um político que, bem impressionado, disse:
"É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo".
E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro.
Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele simples professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país.
Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação. É difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Criança diz cada uma

Meu filho Matheus, hoje com 8 anos, voltando da escola passa por vários cruzamentos e ontem me indagou sobre o que seria um pote de barro com duas garrafas de 15, com uns cigarros grossos, diferentes, e mais alguma coisa que se parecia com farofa. "Pai, me disseram que é macumba, é verdade? E o que é macumba?" Bom, depois de ter explicado tudo a ele, me chamou a atenção as garrafas de 15, 15 que ele viu dentro do que chamou de vaso, alguidar de barro, usando em oferendas nas encruzilhadas. Perguntei: Filho voce viu garrafas de 15...15? É pai, estavam deitadas dentro do vaso, respondeu. Caiu minha ficha. Os litros são transparentes e o rótulo com certeza estava virado pra baixo, portanto, ele leu pela transparencia da garrafa, que vem a ser duas de 51.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Processo Seletivo Prefeitura de Ourinhos

Prefeitura de Ourinhos

Vereador e chefe de gabinete se estranham na Prefeitura de Ourinhos
Dizem que o vereador Barbosa se exaltou na sala do braço direito do prefeito Toshio Misato, o chefe de gabinete Ronaldo Mori.
O negócio foi tão "brabo" que, segundo eu soube, chegaram as vias de fato, aos supapos, como costumam dizer.
Aliás não é a primeira vez que a sala do chefe de gabinete do "prefeito pescador" se transforma em ring. Há algumas semanas atrás correu a boca miuda que um cidadão de apelido sugestivo de "URSO" teria pego o mesmo chefe de gabinete pelo pescoço. O motivo seria a promessa de cargos na prefeitura.
Por falar em cargos, quem está "cargando" de medo é o vereador Esquilo. Acuado com o esquema dos "Silvas", que fez campanha pra eleger um da familia, Esquilo parece ter prometido cargos pra alguns cabos eleitorais. Diga-se de passagem que pra isso vendera sua alma ao prefeito pescador, mas assim como todos que teem procurado o prefeito Esquilo tem dado com os burros n'água. Soube que em seus estabelecimentos comerciais o povo tem feito plantão e na camara não é diferente. Todo dia tem meia duzia esperando por uma solução, pelo cargo prometido uai. Esse impasse teria levado o vereador a entrar em depressão, ter sido inclusive internado, mas, mesmo assim, não larga o osso, pois se tirar 60 dias de licença abriria sua vaga para o suplente Carlinhos da Lambo. Bom, pelo menos, ainda, o Esquilo não foi ao gabinete pegar o "braço" direito do prefeito pelo pescoço.....